Ágora/ Agora! – Pelos meus alunos, os seus filhos!

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Por Ana Cristina Pütten

O Conhecimento é um mar aberto no qual nos propomos a navegar. Mas como ser um bom navegador se não tivermos uma boa bússola para nos auxiliar a encontrar o norte?

Nesse sentido, quando leio, estudo e questiono sobre a tramitação apressada do Governo do Sr. Michel Temer em relação à reforma do Ensino Médio, principalmente sobre a não obrigatoriedade da Filosofia e da Sociologia, lamento muito pelos meus alunos, já que não poderão navegar sobre o mar do Conhecimento que advém dessas duas ciências humanas, pertencentes à nossa própria humanidade. Assim, estamos vivendo em águas turbulentas que permeiam o espaço educativo contemporâneo, mais especificamente o ambiente educacional público brasileiro.

Penso nos meus alunos, os seus filhos, inseridos nesse contexto de crise moral, política e econômica, que clama por mudanças na escola, que sejam de caráter estrutural, de valorização dos profissionais da educação, que clama por professores com formação nas licenciaturas e não por instrutores com “notórios saberes”, que clama por segurança diária, por alimentação adequada e não por desvios de verbas públicas da merenda escolar, que clama por recursos tecnológicos como ferramentas de aprendizagem, por investimentos permanentes na qualificação e na formação dos educadores, enfim, posso aqui enumerar uma lista gigantesca de problemas que sucateiam a Educação neste país.

Como, então, seremos bússolas para os nossos alunos se querem, de forma autoritária, destituir e aniquilar com a Filosofia e a Sociologia no Ensino Médio? Como possibilitaremos um “norte” com esse naufrágio? Afundaremos os meus alunos, os seus filhos, no oceano da ignorância? O projeto, ao que parece, é tornar os meus alunos, os seus filhos, tão somente peões para o mercado de trabalho. É torná-los alienados dando a eles a “falsa oportunidade” da flexibilização do currículo onde poderão optar pelas áreas de seus interesses, mas deixando de lado algo que poderia lhes dar mais Conhecimento de Mundo.

Pois é com a Filosofia e a Sociologia que fomentamos a questão da Cidadania e do Conhecimento de Mundo. Alguém sabe o que essa questão significa? Para que ela serve? Debato muito com os alunos acerca do sentido de ser cidadão, principalmente na sua essência. Cidadania não é brinquedo, sendo, ao contrário, uma dimensão fundamental da existência humana, na medida em que “viver” significa, antes de tudo, “viver junto”, “viver com”, “compartilhar o espaço de uma ‘cidade’ comum”. O sentido etimológico da palavra cidadão deriva da palavra civita, que, em latim, significa cidade, tendo seu correlato grego na palavra politikos (aquele que habita na cidade). No sentido ateniense do termo, cidadania é o direito da pessoa de participar das decisões em relação aos destinos da Cidade por intermédio da Ekklesia (reunião dos chamados de dentro para fora) na Ágora (praça pública, onde os cidadãos atenienses se organizavam para deliberar sobre decisões de comum acordo).

Convido à reflexão: vamos, neste momento, retirar o acento agudo da palavra Ágora. Dessa forma, o agora é/torna-se urgente. Precisamos decidir que tipo de Educação desejamos para os meus alunos, os seus filhos, mas, para isso, é necessário sair da “normose”. Esse termo foi criado pelo filósofo Pierre Weil e é formado pela junção da palavra “normal” com o sufixo “-ose” (que significa “processo doentio”) e foi adotado para designar “a forma de comportamento que é vista pela grande maioria das pessoas da sociedade como algo completamente normal, mas que, na realidade, seria algo absolutamente anormal.

Como pode ser “normal” aceitar que meus alunos, seus filhos, sejam prejudicados em sua formação? Como admitir que eles não tenham a possibilidade de despertar o seu próprio senso crítico? Como poderíamos considerar “normal” afastá-los da capacidade de compreender os pensamentos sociológicos e filosóficos das diferentes épocas? Por que deveríamos deixar que fossem ceifadas as ideias contemporâneas interligadas em suas vidas relegando-os à posição de meros espectadores de uma mídia torpe, de “um vídeo coagido”? Seria “normal” aceitar que lhes fosse negado o direito de refletir e de participar da sociedade que tanto necessita de transformações? Enfim, seria realmente “normal” que a ética e a moral aprendidas e apreendidas sejam aquelas expostas e advindas do mau exemplo do atual contexto político brasileiro?

Em que lugar os meus alunos, seus filhos, conhecerão temas como política, liberdade, ideologia, responsabilidade, cidadania, tolerância, questões de gênero, racismo, preconceitos, trabalho, se não for na escola? Quando irão relacionar todas essas questões que se manifestam em suas vidas, observando, com atenção, o papel da sociedade e as suas relações enquanto indivíduos inseridos nessa mesma sociedade e em diversos grupos sociais? Quando eles seriam capazes de compreender que seus interesses individuais estão conectados aos interesses coletivos? Nesse sentido, penso muito no sociólogo polonês Zygmunt Bauman (2001) quando ele retrata o nosso tempo como uma “modernidade líquida”¹.

Bauman nos diz que a modernidade “é comparada com a água em razão desse elemento natural ter a potencialidade de alterar sua forma conforme seu recipiente”. Estamos, nós também, nos moldando conforme o andar da carruagem no contexto político e econômico, nos apresentando inertes, passivos.

Como professora, desejo, de forma incansável, que essas aprendizagens sejam colhidas no ambiente escolar e que meus alunos não necessitem viver em uma sociedade líquida anestesiados à própria sorte, sem a chance de um olhar e de uma ação crítica diante desta contemporaneidade marcada pela flexibilidade e pela fragilidade nas e das relações humanas.

No dia 13 de dezembro, a Câmara dos Deputados aprovou uma emenda que altera a proposta de reforma do Ensino Médio e, com isso, voltou a tornar obrigatória a oferta de conteúdos de Filosofia e de Sociologia nessa etapa de ensino. Apesar disso, a emenda não fala em disciplinas específicas, mas sim em “estudos e práticas”.

Vejam, então, como é urgente a reforma do Ensino Médio, mas que não pode e nem deve ser realizada por pessoas que desconhecem a realidade educacional brasileira. Como disse Darcy Ribeiro²: “A crise da Educação do Brasil não é uma crise; é um projeto! ” Portanto, precisamos lutar por uma Educação de qualidade.

Finalizo minhas reflexões com o pensamento de Cortella³ (2011) que nos diz “quando você coloca água numa caneca, ela se conforma à caneca; porém o filósofo é aquele que gosta de transbordar. Ele quer transbordar e convida todos a transbordarem, ultrapassarem as “bordas” impostas. Ele jamais se conforma”.

Convido vocês, portanto, a transbordarem!

Ágora/ Agora!

Pelos meus alunos, pelos seus filhos, por vocês!

 

¹ O conceito de modernidade líquida foi construído pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman, um dos intelectuais mais influentes nos estudos sociológicos contemporâneos.

² Em 1977, numa palestra que ele chamou de “Sobre o óbvio”, num Congresso da SBPC, proferiu a seguinte frase: “A Crise da Educação no Brasil não é uma Crise, é um Projeto”. Na verdade, ele estava prenunciando, denunciando, profetizando, a partir da tendência traçada naquela época a trajetória futura da Educação no Brasil.

³ Mario Sergio Cortella (1954) é um filósofo, escritor e professor paranaense. É graduado em Filosofia pela Faculdade Nossa Senhora de Medianeira, Mestre e Doutor em Educação pela PUC-SP.

 

Referências

BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. São Paulo, Zahar, 2001.

CORTELLA, Mario Sergio. Entrevista a Jô Soares. Disponível em: http://filoandreassis.blogspot.com.br/2011/08/mario-sergio-cortella-entrevista-jo.html. Acesso em: 18/12/2016.

 

Profª Ana Cristina Pütten – Licenciada em História pela Universidade Luterana do Brasil – ULBRA; Especialista em Gestão Educacional pela Universidade Federal de Santa Maria – UFSM; Especialista em Mídias na Educação pela Universidade Federal do Rio Grande – FURG; Especialista em Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação pela Universidade Federal do Rio Grande – FURG. Coordenadora Pedagógica do Mutirão Máster e Professora das Ciências Humanas e suas tecnologias na mesma unidade escolar.  

Por que estudar para concursos?

mauricio

*Por Maurício Moraes Wojciekowski

Já há certo tempo, muitas pessoas deram-se conta de que há muitas vantagens no funcionalismo público, ou melhor, em ser um funcionário público. Eu, que já fui um funcionário público, sei o quanto é bom receber, religiosamente, no último dia do mês. Além disso, depois do Estágio Probatório, período de avaliação que dura três anos, o funcionário público tem a tão sonhada estabilidade no emprego, só podendo ser demitido por causas muito extremas, como corrupção ativa, por exemplo, e somente após sindicância com ampla defesa. Sendo assim, o funcionário público, principalmente a grande maioria, composta de pessoas honestas, tem essa tranquilidade de não perder o emprego quando a empresa quebra ou vai embora do país (dificilmente os municípios, estados e o governo federal quebram). Minha mãe, que se aposenta em dezembro deste ano (2016), sempre teve seus direitos trabalhistas respeitados na Prefeitura de Esteio, onde ficou durante quase 30 anos. Já tive alunos particulares que contaram que “deram o sangue pela empresa”, mas, na primeira “crise”, foram mandados embora sem que a empresa titubeasse (empresas não fazem caridade, então…). O mundo corporativo é assim: não há emprego vitalício, pois todos são temporários. Ainda que a CLT defenda o trabalhador, ficar desempregado, às vezes, por um ano ou mais, é algo que tira o sono de qualquer pessoa. Além disso, não é raro o setor público pagar muito mais pelo mesmo trabalho no setor privado, o que, cada vez mais, atrai os brasileiros para o funcionalismo público.

Os estados, municípios e o governo federal estão sempre atrás dos melhores e mais preparados candidatos. Isso se deve ao fato de que eles precisam desses funcionários. Num ensaio de Max Weber, da década de 1910, intitulado “Política como vocação”, o brilhante sociólogo coloca que o funcionário público é uma necessidade dentro do Estado, uma vez que, enquanto os políticos entram e saem, o funcionário público permanece, fazendo seu trabalho e tornando o Estado um lugar melhor para se viver. É sempre importante ter-se em mente que o funcionalismo público é para pessoas éticas e que, de fato, importam-se com os outros cidadãos, pois o servidor serve à população que, via impostos, paga o seu salário.

Dito isso, é importante frisar que os concursos públicos, cada vez mais, tornam-se concorridos. Há trinta anos, a concorrência era menor, e a escolaridade pedida também, entretanto, nos dias de hoje, a concorrência é enorme, e a escolaridade obrigatória é maior. Apesar disso, e felizmente, os salários também aumentaram bastante, sendo muito atrativos. Quem recém terminou o Ensino Médio, por exemplo, com apenas 18 anos, pode ser capaz de, já tão jovem, passar em um concurso para um tribunal, por exemplo, e começar sua vida com um salário acima de R$ 4.000,00! O que, pode-se afirmar, não é pouco! Cerca de 90% da população brasileira ganha menos do que isso. Mesmo quem está há anos no setor privado, pode, por uma questão de comodidade e qualidade de vida, trocar para o setor público, que é mais tranquilo, mais estável, e – por que não dizer? -, até mesmo mais humano.

POR QUE FAZER O CURSO PREPARATÓRIO NO MUTIRÃO CAXIAS?

O curso para concursos oferecido aqui no Mutirão Caxias busca preparar o aluno para quaisquer concursos, de quaisquer níveis, nas áreas de Língua Portuguesa, Redação e Redação Oficial e Matemática. Como é um curso “geral”, ou seja, não é ligado a um único concurso, busca-se trabalhar com questões de concursos anteriores de variadas bancas, tanto as de concursos municipais, quantos as de concursos estaduais e federais.

O aluno é muito bem preparado para enfrentar as várias provas que ocorrem todos os anos. Dificilmente não há um bom concurso em qualquer âmbito, seja municipal, seja estadual, seja federal, durante o ano, portanto, mesmo no decorrer do curso, o aluno pode ir treinando, fazendo várias provas. É importante jamais faltar às aulas, estudar diariamente, fazer vários concursos, assistir a outras aulas (via YouTube, por exemplo), tirar dúvidas, treinar questões, enfim, tornar-se um verdadeiro “concurseiro”. Eu mesmo, estudando muito para um concurso, passei em sete. No meu caso, isso foi um pouco mais tranquilo, pois foquei somente em concursos para professores. Seguindo esse exemplo, o aluno/candidato/concurseiro pode focar em concursos como os para as Agência Reguladoras (ANAC, ANTAC, ANTT, ANATEL, ANAEL), para os vários tribunais estaduais e municipais, para as prefeituras, ou seja, para blocos de concursos que exijam mais ou menos os mesmos conhecimentos. Matemática e Português, por exemplo, são conteúdos obrigatórios de quase todos os concursos. Redação, outro conteúdo importante, é pedido nos concursos que pagam mais, como os das Agências Reguladoras.

COMO SE ESTUDA PARA CONCURSO?

O principal é estudar sempre, diariamente, algumas horas por dia. Estudar de vez em quando não funciona, assim como estudar demais também não (isso inclusive é até prejudicial para a saúde física e mental do concurseiro). É preciso ter equilíbrio entre o estudo, o trabalho (caso a pessoa não esteja desempregada) e o lazer (porque ninguém é de ferro). Aulas presenciais são ótimas, mas aulas on-line também ajudam. Como já dito antes, tirar dúvidas com o professor, presencialmente, é ótimo, é imprescindível, é necessário, é bom, belo e moral. Não se pode ficar com dúvidas de forma alguma. Quando elas aparecerem, caso não haja um professor próximo, pode-se recorrer aos variados sites de internet. Às vezes, uma rápida pesquisa no Google já aplaca a dúvida. Apenas fiquem atentos ao fato de pesquisarem em, no mínimo, três páginas sobre o mesmo assunto. Como muitas páginas são meras cópias umas das outras, caso encontre textos idênticos, pesquise mais duas cujos textos sejam diferentes. Uma boa gramática também é algo por demais necessário e útil. Aconselho a “Novíssima Gramática da Língua Portuguesa”, de Domingos Paschoal Cegalla. Essa gramática é uma das mais pedidas nos concursos em que há bibliografia. Ela é muito prática e ainda contém exercícios com respostas. Sempre dê preferência para as edições já com o novo acordo ortográfico. Não seja pão duro a ponto de comprar uma gramática velha e mofada, pois seu nariz e seu estudo serão prejudicados. Se possível, comprem aqueles manuais práticos de língua portuguesa. Recomendo os dos professores Paulo Flávio Ledur e do Claudio Moreno. Eles são didáticos e vão direto ao ponto. São bons para tirar dúvidas rápidas e pegar alguns macetes, mas, apesar disso, uma boa gramática ainda se faz necessária. Também é preciso ter um bom e atualizado dicionário. Há muitos bons on-line, como o Aulete e o Michaelis. O site da Academia Brasileira de Letras (ABL) disponibiliza o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), que não é um dicionário, pois não dá o significado das palavras, mas que, apesar disso, contém absolutamente todas a palavras do nosso idioma. Se tiver dúvida em relação à grafia de uma palavra, acesse o VOLP.

Outras dicas importantes:

Dica 1: baixem o “Manual de Redação da Presidência da República”, que pode ser encontrado em vários sites, mas dê preferência ao site do Governo Federal. Além de conter todo o material para a “Redação Oficial”, também contém um apêndice gramatical muito prático e que é bastante usado nos concursos públicos federais.

Dica 2: pesquisem a banca que fará a prova do seu concurso. As bancas são, muitas vezes, completamente diferentes. Bancas de concursos sérios e que pagam bem geralmente são: Fundação Carlos Chagas (FCC), MP (Ministério Público), FGV (Fundação Getúlio Vargas), Fundação Cesgranrio (CESGRANRIO), CESPE. Algumas focam mais em concursos municipais e estaduais, tais como a Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH), Fundação Universidade-Empresa de Tecnologia e Ciências (FUNDATEC), Objetiva Concurso LTDA. (OBJETIVA), Fundação La Salle, Fundação de Apoio à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FAURGS), etc. Na verdade, são centenas, mas essas são as mais conhecidas e que têm mais a ver com os concursos no Rio Grande do Sul. Alguns sites, que cobram assinatura mensal ou anual, têm um acervo enorme de questões e de provas de concursos de quase todas as bancas. Um dos melhores é o “Questões de Concurso”, mas há outros. A maioria das bancas trabalha com questões de múltipla escolha, ou seja, aquelas em que o candidato escolhe pelo a, b, c, d ou e. A CESPE, entretanto, já prefere o “certo” ou “errado”, sendo a banca mais difícil, uma vez que faz uso de muitas “pegadinhas”. Aliás, as tais pegadinhas são o que mais derrubam os candidatos. Mesmo extremamente bem preparados, dominado os conteúdos, o candidato pode cair em uma dessas armadilhas, portanto mantenha sempre a calma e preste muita atenção naquilo que a banca está pedindo na questão.

Enfim: lembre-se de que a dedicação e o estudo são fundamentais. A concorrência é forte, então, que vença o melhor!

Sites e livros indicados:
Academia Brasileira de Letras (ABL): http://www.academia.org.br/
Blog da Tot Cultural: http://totcultural.com.br/blog/
Dicionário Michaelis: http://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/
Dicionário Aulete: http://www.aulete.com.br/
Guia Prático do Português Correto: http://www.lpm.com.br/site/default.asp?Template=../livros/layout_produto.asp&CategoriaID=732825&ID=504416
Manual de Redação da Presidência da República: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm
Novíssima Gramática da Língua Portuguesa: http://www.livrariacultura.com.br/p/novissima-gramatica-da-lingua-portuguesa-3236572?id_link=8102&gclid=CjwKEAiAjvrBBRDxm_nRusW3q1QSJAAzRI1tC4DwPCxO9R8pOTnMnaLxIdxgUjaz8YOVlT4WOVyoKxoCFmfw_wcB
Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa: https://www.escrevendoofuturo.org.br/EscrevendoFuturo/arquivos/188/Guia_Reforma_Ortografica_CP.pdf
Português Prático: http://busca.saraiva.com.br/q/portugues-pratico-paulo-flavio-ledur
Questões de concursos: https://www.qconcursos.com/
Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP): http://www.academia.org.br/nossa-lingua/busca-no-vocabulario

*Profº Maurício Moraes Wojciekowski é graduado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com mestrado em Literatura Comparada pela mesma universidade. É docente de Língua Portuguesa e Redação no Mutirão Máster, além de revisor de textos e tradutor.